By Tainah ▪ May our hearts be found
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Quando ela era criança ela sonhava em casar. Planejava seu casamento em pensamento, já tinha em mente o nome dos filhos, de como eles seriam, e de como o pai deles seria, um príncipe.
Ela cresceu e as memorias ainda estavam vivas, ela acreditava, ela tinha esperanças que iria encontra-lo. Doce ilusão. Ela conheceu um, conheceu outro, e as memorias ainda estavam ali, vivas.
Até que um dia, ela o conheceu. Não o príncipe, um garoto apenas. Nada de beleza exagerada, um charme obscuro no olhar, palavras convincentes nos lábios. Palavras que a conquistaram. Ela estava então, pela a primeira vez, apaixonada.
E sabe, ela se sentia tão sortuda que mal podia acreditar em tamanha sorte, era ele! Tinha que ser ele. Ela escrevia para ele, compunha para ele, falava só dele, e quando não falava dele, pensava nele. Era bom, ela gostava.
Mas o que a garota não sabia, era que ele era só um garoto. Um garoto sem os encantos de um genuíno príncipe, ele não a amava, aliás, jamais a amaria.
Passaram- se anos, ela ainda estava ali esperando por ele.
Só que, se cansou. Disse adeus para os seus sentimentos não correspondidos, foi embora sem dizer adeus. Deixou pra traz as lembranças, as promessas e os planos. Foi ser feliz.
Concluiu então que nunca seria correspondida, trancou o coração. Uns diziam que ela se tornou fria, sem sentimentos. Errado. Ela apenas estava cansada de sofrer por razões masculinas.
Hoje ela sabe que apenas o tempo pra fazer alguém ser apagado do peito. Conhecer novas pessoas, sair e se divertir, viajar sem preocupações para pensar não tira um verdadeiro amor do coração.
Foi difícil, ninguém sabe como. Mas hoje ela está bem, bem melhor. Já esqueceu aquele lá, está tentando ser feliz. Até onde sei, está conseguindo.
Por Tainah Azevedo

Quando ela era criança ela sonhava em casar. Planejava seu casamento em pensamento, já tinha em mente o nome dos filhos, de como eles seriam, e de como o pai deles seria, um príncipe.

Ela cresceu e as memorias ainda estavam vivas, ela acreditava, ela tinha esperanças que iria encontra-lo. Doce ilusão. Ela conheceu um, conheceu outro, e as memorias ainda estavam ali, vivas.

Até que um dia, ela o conheceu. Não o príncipe, um garoto apenas. Nada de beleza exagerada, um charme obscuro no olhar, palavras convincentes nos lábios. Palavras que a conquistaram. Ela estava então, pela a primeira vez, apaixonada.

E sabe, ela se sentia tão sortuda que mal podia acreditar em tamanha sorte, era ele! Tinha que ser ele. Ela escrevia para ele, compunha para ele, falava só dele, e quando não falava dele, pensava nele. Era bom, ela gostava.

Mas o que a garota não sabia, era que ele era só um garoto. Um garoto sem os encantos de um genuíno príncipe, ele não a amava, aliás, jamais a amaria.

Passaram- se anos, ela ainda estava ali esperando por ele.

Só que, se cansou. Disse adeus para os seus sentimentos não correspondidos, foi embora sem dizer adeus. Deixou pra traz as lembranças, as promessas e os planos. Foi ser feliz.

Concluiu então que nunca seria correspondida, trancou o coração. Uns diziam que ela se tornou fria, sem sentimentos. Errado. Ela apenas estava cansada de sofrer por razões masculinas.

Hoje ela sabe que apenas o tempo pra fazer alguém ser apagado do peito. Conhecer novas pessoas, sair e se divertir, viajar sem preocupações para pensar não tira um verdadeiro amor do coração.

Foi difícil, ninguém sabe como. Mas hoje ela está bem, bem melhor. Já esqueceu aquele lá, está tentando ser feliz. Até onde sei, está conseguindo.

Por Tainah Azevedo

Posted 1 year ago